Você não gosta do Jair Bolsonaro? Acha ele o ser mais desprezível da história? Aquele que se você somar Hitler e Stalin dão 1% da maldade dele? Ok. Sem problemas, é teu direito inalienável.

O que não é direito de alguém é matar a lógica. O caso todo, pra quem não sabe, começou após uma sessão do plenário onde o deputado defendia punições mais severas, justamente, a estupradores. Na saída, a famosa defensora de ‘direitos humanos’, Dep. Maria do Rosário (PT/RS), chamou o deputado de estuprador, que respondeu dizendo que a deputada NÃO merecia ser estuprada. Vejam bem: o Deputado Jair Bolsonaro defendia uma pena MAIOR para o estupro, foi chamado de estuprador, respondeu dizendo que a referida NÃO merecia ser estuprada, e agora vai ao tribunal acusado de apologia ao estupro.

Você pode dizer que a frase final do deputado foi carregada de ironia. É óbvio que foi. Mas daí a inferir qualquer coisa que tenha se passado na cabeça dele, com o intuito de causar uma condenação de um ato que foi provocado justamente com esse propósito, já é, em si, também um ato criminoso.

Feita a introdução, vamos ao que interessa. Segundo a história toda, quem estava se pondo firmemente contra o crime de estupro? Bolsonaro, é óbvio! Então, por uma frase final – resposta irônica à uma acusação grave – se condena o deputado justamente pelo contrário de seus atos?

Diz-se, com sabedoria, que a revolução é luta pelas almas. Este caso é emblemático neste sentido. Aceitar como válida a narrativa da cassação do Dep. Bolsonaro é internalizar um raciocínio tipicamente histérico. Quem não leu o livro do Dr Lobaczewsky precisa ler. A luta pelas almas significa, no fim das contas, incutir nelas uma mentalidade socialista, definida pela elite revolucionária. Uma das estratégias de manipulação de psicologia de massas mais empregadas é, justamente, inversões de lógica forçadas de esferas de poder maior, de modo que o cidadão sinta-se forçado a aceitar uma realidade amplamente contraditória ante supostas ameaças. Quando alguém internaliza esta mentira latente como mecanismo de proteção psicológica, ela joga sua sanidade pela janela. Daí por diante, passa a aceitar tudo o que vier.

Por este motivo, o fato é de sumária importância. Caso Bolsonaro seja condenado, e se a opinião pública não se manifestar ostensivamente contra tal decisão, virão mais e mais decisões forçadas da mais alta corte do país. A cada decisão o quadro psicológico geral será agravado pois, numa neurose, ou se entra de uma vez, ou simplesmente não se entra.

O país vai tomar uma decisão bem séria nos próximos dias.