Eduardo Cunha ou PT?

R$ 2.300.000.000.000,00…2,3 TRILHÕES!!!
Essa é a quantidade de dinheiro que o governo do PT escondeu só em 2014, em plena eleição, em mais uma ação criminosa para consolidar seu projeto de poder.

Diante dessa e das outras monstruosidades cometidas por esse grupo de criminosos, torna-se assombrosa a cara de pau e a imoralidade de quem se esforça em atacar o Eduardo Cunha como se ele fosse o próprio diabo na Terra. É óbvio que essa afetação de imparcialidade e superioridade de julgamento não passa de puro fingimento histérico. Picaretagem total.

De um lado, um suposto crime de evasão de divisas praticado por um indivíduo isolado. De outro, um amplo esquema de dominação política e econômica, envolvendo cifras astronômicas, coordenado e executado por milhares de pessoas distribuídas por toda estrutura do Estado, com ramificação internacional em dezenas de países em pelo menos 2 continentes. A simples desproporcionalidade numérica desses dois casos já deveria ser suficiente para desmascarar esse tipo de fingimento. Igualar dois crimes – se é que o Cunha de fato o cometeu – tão desproporcionais é imoral, vergonhoso.

Mas alguns, ao contrário, acham até que o suposto crime do Cunha supera todo o resto. Isso só pode revelar uma mente deformada, seja pela incapacidade de cognição e senso de proporção ou por pura delinquência psicopata mesmo. Neste último caso está boa parte da militância esquerdista, que julga a gravidade do crime de acordo com seu impacto na agenda socialista: “Devemos ser tolerantes, mas não com os nossos inimigos”, como disse certa vez nosso patrono da educação, Paulo Freire.

Todo esquerdista que hoje ataca o Eduardo Cunha é um mentiroso. Se esconde por trás dessa faixa vazia e sem sentido chamada “combate à corrupção”, mas no fundo não está nem aí pra nada disso, só quer mesmo é que a agenda socialista avance e atropele qualquer um que se torne um empecilho, mesmo que mínimo, como no caso do Cunha.

E os que não são esquerdistas mas mesmo assim compram esse fingimento, deveriam – como dizia meu pai – tomar cuidado pra não caírem de quatro em cima da grama, pois talvez não levantem mais.